A síndrome mão-pé-boca é uma doença comum em crianças pequenas, principalmente com menos de 5 anos e pode gerar bastante preocupação nos pais por ser altamente contagiosa.
Na maioria dos casos, ela é leve, mas entender os sinais, como tratar e principalmente como prevenir faz toda a diferença para a saúde e o bem-estar da família.

Síndrome mão-pé-boca em crianças: sinais para ficar atento
Quando falamos em síndrome mão-pé-boca em crianças, alguns sintomas são bem característicos. Geralmente, tudo começa com febre baixa, cansaço e falta de apetite.
Depois, aparecem pequenas feridas ou bolhas dentro da boca, que podem causar dor e dificultar a alimentação. Ao mesmo tempo, manchas vermelhas ou bolhas surgem nas palmas das mãos, nas solas dos pés e às vezes nos glúteos ou nas pernas.
Como identificar a síndrome mão-pé-boca em crianças?
Identificar a síndrome mão-pé-boca em crianças é mais fácil quando se observa esses sinais juntos. Mas é importante lembrar que nem sempre todos aparecem de uma vez. Por isso, vale ficar atento desde o início.
Os sintomas da síndrome mão-pé-boca costumam surgir de 3 a 7 dias depois que a criança entra em contato com o vírus.
Além das feridas na boca e das bolhas nas mãos e pés, podem aparecer ainda dor de garganta, irritabilidade, diarreia e febre leve. A doença geralmente dura cerca de uma semana e não traz complicações sérias na maioria dos casos.
Embora mais comum em crianças, adultos também podem ser contaminados, mas os sintomas nos adultos geralmente são mais leves e passam despercebidos.
Tratamento da síndrome mão-pé-boca: aliviando os sintomas
O tratamento da síndrome mão-pé-boca é basicamente para aliviar os sintomas, pois não existe um medicamento específico para curá-la. Algumas medidas ajudam bastante. Por exemplo:
- Hidratação constante: oferecer água, sucos ou sopas para evitar desidratação, principalmente quando a criança recusa alimentos sólidos.
- Alimentação macia: purês, iogurtes e alimentos frios ajudam a reduzir a dor das feridas na boca. Evite comidas ácidas ou muito salgadas.
- Controle de febre e dor: medicamentos como paracetamol podem ser usados seguindo a orientação do pediatra.
- Cuidados com higiene: lavar as mãos frequentemente, limpar brinquedos e superfícies e manter a criança afastada de outras enquanto estiver doente.
Na maioria das vezes, os sintomas passam sem complicações, mas é importante ficar atento a sinais de alerta, como desidratação ou dor intensa.
Prevenção da síndrome mão-pé-boca: dicas práticas
A prevenção é o melhor caminho para evitar surtos, principalmente em creches e escolas. Algumas medidas simples também ajudam muito:
- Lavar as mãos com frequência: da criança e de quem cuida dela, principalmente após trocar fraldas ou tocar em brinquedos.
- Limpar objetos e superfícies: desinfectar brinquedos, mesas e áreas comuns da casa ou da escola.
- Evitar contato próximo: manter a criança doente longe de outras até a melhora completa.
- Ensinar hábitos de higiene: cobrir a boca ao tossir ou espirrar e não compartilhar utensílios.
Saber como evitar síndrome mão-pé-boca ajuda a proteger toda a família e reduz bastante o risco de contágio.
Como identificar a síndrome mão-pé-boca em crianças
Para identificar essa condição em crianças, observe não só os sinais físicos, mas também mudanças no comportamento.
Afinal, crianças doentes podem ficar irritadas, recusar alimentos ou líquidos e apresentar as manchas características nas mãos, pés e boca. Quanto mais cedo se obtiver o diagnóstico, mais tranquilo será o manejo e menor será o risco de espalhar o vírus.
Sempre que surgir qualquer suspeita, o ideal é procurar uma pediatra. Afinal, ela poderá confirmar a doença, orientar sobre os cuidados e indicar maneiras de aliviar o desconforto do seu filho.
Quando buscar ajuda médica
Apesar de geralmente leve, alguns sinais exigem atenção médica imediata. Podemos destacar, por exemplo:
- Febre alta persistente;
- Recusa de líquidos ou alimentos, sugerindo risco de desidratação;
- Sonolência excessiva ou irritabilidade intensa,
- Feridas na boca muito dolorosas.
Nestes casos, é essencial ter acompanhamento de uma profissional para garantir que a criança se recupere sem complicações.
Cuidando do seu filho com segurança e carinho
Se você está lidando com essa situação e quer orientação prática e segura, quero me colocar ao seu lado. Sou a Dra. Claudia Salvini, pediatra e neonatologista e posso te ajudar a entender melhor o que está acontecendo com seu filho.
Vamos conversar sobre os sinais que você percebeu, avaliar o caso e criar estratégias de cuidado que façam sentido para a sua rotina. Assim, seu filho terá mais conforto e você terá mais tranquilidade. Então, marque uma consulta comigo! Será um prazer acolher você e ajudar a melhorar a saúde e o bem-estar do seu pequeno com orientações seguras e personalizadas!


